África abrange seis grandes regimes climáticos ao longo de 8000 km, do Mediterrâneo ao Cabo. A Divisão do Clima acompanha as suas normais, ciclos sazonais e mudanças de longo prazo.
Invernos amenos e chuvosos e verões quentes e secos ao longo da costa do Magrebe. A maior parte da chuva cai entre novembro e março; os verões são secos e dominados pela alta pressão subtropical.
O maior deserto quente do mundo. Amplitudes térmicas diárias extremas, chuva quase nula e transporte persistente de poeira. As máximas diurnas ultrapassam com frequência os 45°C no verão.
Uma transição semiárida entre o Saara e a savana. Uma única estação das chuvas curta (de junho a setembro), impulsionada pela monção da África Ocidental, muito variável de ano para ano e sensível à seca.
Quente e húmido todo o ano, com dois picos de chuva perto do equador. A bacia do Congo é a segunda maior floresta tropical da Terra e um motor essencial da reciclagem de humidade no continente.
Estações húmida e seca bem marcadas, com temperaturas quentes todo o ano. Sustenta as pastagens do continente e a maior parte da sua agricultura; o calendário das chuvas determina a sementeira e a colheita.
A altitude modera o calor nos planaltos da África Oriental e Austral, criando condições frescas e temperadas. Nos maciços mais altos ocorrem geada e até neve no inverno.
Os ventos secos e poeirentos do Harmatão varrem a África Ocidental, enquanto o norte mediterrânico recebe as suas chuvas principais.
A principal estação das chuvas no Corno de África e na África Oriental, vital para as culturas e as pastagens da região.
O ar húmido do Atlântico avança para norte, trazendo a única estação das chuvas do Sahel e o pico da atividade de trovoadas.
A África Austral entra na sua estação das chuvas de verão, enquanto a África Oriental recebe as suas segundas chuvas, mais curtas.
Divisão do Clima · Agência Meteorológica da União Africana · Normais continentais de longo prazo